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quinta-feira, 9 de maio de 2024
Equilíbrio postural, fundamental para a mobilidade humana – Prevenção de quedas
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Outro cuidado, independente do diagnóstico médico, é o preparo do ambiente para a prevenção de quedas. As pesquisas científicas têm demonstrado que a maioria das internações hospitalares de idosos são ocasionadas por quedas e suas consequências. O idoso que sofreu um episódio de desequilíbrio está ainda mais sujeito a acidentes durante sua movimentação. Portanto, é necessária a tomada de iniciativas adequadas para tornar o ambiente mais seguro para o seu usuário, tais como, providenciar:
- Espaços mais amplos para passagem de andadores, bengalas e cadeiras de roda.
- Iluminação apropriada de corredores e ambientes de uso frequente.
- Retirada de objetos que possam ocasionar acidentes, tipo tapetes, vasos e objetos passiveis de cair, cadeiras mais instáveis, mesinhas e banquinhos que bloqueiam as passagens etc.
- Pisos não escorregadios e apoios em banheiros, escadas e corredores.
- Artefatos de apoio: bengalas, andadores, cadeiras de roda e outros.
- Recursos domésticos com alturas diferenciadas, tipo pias mais baixas, sanitários mais altos, lavatórios mais baixos etc.
Para complementar essas iniciativas relacionadas ao ambiente, é necessária uma organização do contexto que inclua vigilância do atendimento às necessidades básicas, orientações seguras por especialistas, tratamentos de problemas físicos e cuidados com a mobilidade, incluindo pés e calçados.
Quando comecei a sentir alguns sintomas de falta de equilíbrio postural, no ano passado, além da ajuda e aconselhamento médico, contei com a orientação de fisioterapeutas e professores de educação física que muito contribuíram para a melhoria alcançada. Para estimular-me contei com a ajuda de alguns vídeos, criados por profissionais experientes, com exercícios especiais para melhorar o equilíbrio postural do idoso. O fortalecimento da musculatura é imprescindível. Hoje, 2 ou 3 vezes por semana, executo esses exercícios. Quase não me lembro dos meus episódios de desequilíbrio e já avisei o médico dos bons resultados das iniciativas tomadas. Falando em médico, para finalizar, queremos reforçar a importância da continuação do controle médico periódico. Esse controle médico pode prevenir muitos problemas.
No âmbito da prevenção, eu comprometi-me com alguns cuidados pessoais para prevenir qualquer queda e acidente, com a ajuda dos meus filhos. Não subo em bancos, escadas e similares se não tiver alguém do meu lado; retirei tapetes e substitui solos escorregadios antes de ter algum acidente; coloquei corrimões e peças auxiliares nos banheiros antes de precisar usá-los; adaptei uma bengala ao meu tamanho antes de precisar dela; criei uma folha de informações de urgência para o caso de ser levada para algum hospital e coloquei essa folha na bolsa e em lugar visível em casa. Na última reforma da casa já a adaptei para a minha velhice.
quinta-feira, 2 de maio de 2024
Equilíbrio postural, fundamental para a mobilidade humana – Parte II
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Em resumo, o controle postural depende do funcionamento sincronizado, quase instantâneo e em perfeito estado, de um complexo sistema composto por vários órgãos. Em caso da existência de problemas, os profissionais especializados precisam estudar e analisar a exata origem da dificuldade. É no cérebro? Nos músculos? Nos ouvidos (labirinto)? Na visão? Na pele? Nos ossos, articulações, tendões e outros? Atualmente, a medicina já pode contar com o auxílio de vários exames complementares para decidir sobre o diagnóstico e a conduta terapêutica a seguir.
O envelhecimento vai degradando a habilidade das funções e tende a comprometer lentamente as várias partes do sistema do equilíbrio e da consciência corporal ocasionando quedas e acidentes extremamente graves. Essas quedas são as principais causas de internações hospitalares e, com frequência, produzem sequelas graves e até a morte em idosos.
Portanto, é necessário aprender e estar alerta para os sintomas da falta do equilíbrio e as intervenções para prevenir o desiquilíbrio e suas consequências. Esses episódios podem impedir as atividades cotidianas, a marcha, a manutenção dos contatos sociais e outros. Além disso, ocasiona uma grande insegurança e torna-se um fator impeditivo da vida ativa e independente do indivíduo. Entre os sintomas mais frequentes, destaca-se a tontura, a sensação de desiquilíbrio, as oscilações involuntárias do corpo, a sensação do ambiente rodando e a dificuldade de manter o corpo estável. O primeiro cuidado é procurar um médico para conhecer os aspectos que ocasionaram o episódio de desequilíbrio ou controle da postura corporal: alterações do sistema vestibular (no ouvido), alterações neuromotoras, diminuição da força muscular, medicação, estresse, desidratação, depressão e outras. Esse médico pode rever medicações, encaminhar a especialistas, orientar sobre os cuidados a tomar etc.
Quando acontece comigo, imediatamente aumento a hidratação, revejo se houve problemas de estresse, faço exercícios de relaxamento muscular, incluindo banhos mornos e descanso, passo creme nas plantas dos pés por serem muito bem servidos de terminações nervosas, aqueço os pés para aumentar a circulação local e fico alerta para observar as reações. Se não consigo sanar os problemas em algumas horas, vou ao médico. Os fisioterapeutas também são profissionais preparados para escolher os exercícios mais apropriados para sanar esses problemas.
Paralelamente, é importante a implementação vigorosa dos cuidados gerais, como exercícios, alimentação saudável, lazer, sono e repouso adequados, medicação correta e contínua, ginástica cerebral, autovigilância cuidadosa e outros que sejam possíveis. Sempre que algo não está correndo bem com nossas células, é necessário que reforcemos esses cuidados gerais para complementar o tratamento médico. Não podemos esquecer que os melhores remédios estão dentro de nós; o importante é ativá-los.
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quinta-feira, 25 de abril de 2024
Equilíbrio postural, fundamental para a mobilidade humana – Parte I
Completei 82 anos e já enfrentei alguns momentos de falhas no equilíbrio do meu corpo. Parecia que eu não controlava as posições do corpo, durante a movimentação. Cheguei a raspar a perna numa parede por não conseguir alterar sua posição durante a caminhada. Essas experiências motivaram a procura de informações confiáveis em artigos científicos, de autores reconhecidos. Apresento, aqui, a síntese do que aprendi.
Para o ser humano manter-se equilibrado durante a movimentação, existe um sistema bastante sofisticado, que atua sob o controle do cerebelo, um órgão situado na parte posterior, dentro do crânio.
Esse equilíbrio permite ao nosso corpo movimentar-se livremente no meio ambiente sem se atrapalhar com as instabilidades ocasionadas pela força da gravidade. Vamos explicar. Em todos os nossos ossos, músculos, pele, tendões, articulações e outros existem terminações nervosas que levam ao cerebelo milhares de informações sobre as posições, sensações e movimentos corporais e permite que esse órgão controle e mantenha o equilíbrio do nosso corpo. Essas informações são processadas pelo cerebelo quase instantaneamente. Além desse sistema, também participam desse processo a visão, a audição e o vestibular do ouvido interno, o labirinto.
É um processo automático e inconsciente; não o sentimos e nem o controlamos voluntariamente. É o que nos permite andar e mexer sem cair e conhecermos onde estão todas as partes do nosso corpo, mesmo de olhos fechados. Podemos dar uma cambalhota que não perdemos a consciência da localização das várias partes corporais. Essa capacidade é chamada consciência corporal e seu desenvolvimento e bom funcionamento são imprescindíveis para a nossa movimentação. Portanto, é essencial para a nossa qualidade de vida.
Além dessa sofisticada combinação o equilíbrio precisa da atuação competente dos músculos responsáveis pela mobilidade do nosso corpo. Todo esse conjunto de órgãos é responsável pelo equilíbrio estático, com o indivíduo parado, e o equilíbrio dinâmico, com o indivíduo se movimentando no meio ambiente, bem como pela consciência corporal. A cinestesia e a propriocepção são termos usados pelos cientistas para chamar a capacidade do indivíduo de perceber ou ter consciência da posição das diversas partes do seu corpo.
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quinta-feira, 7 de abril de 2022
O equilíbrio postural e a muita idade (já publicada anteriormente) – Parte II
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Outro cuidado, independente do diagnóstico médico, é o preparo do ambiente para a prevenção de quedas. As pesquisas científicas têm demonstrado que a maioria das internações hospitalares de idosos são ocasionadas por quedas e suas consequências. O idoso que sofreu um episódio de desequilíbrio está ainda mais sujeito a acidentes durante sua movimentação. Portanto, é necessária a tomada de iniciativas adequadas para tornar o ambiente mais seguro para o seu usuário, tais como, providenciar:
- Espaços mais amplos para passagem de andadores, bengalas e cadeiras de roda.
- Iluminação apropriada de corredores e ambientes de uso frequente.
- Retirada de objetos que possam ocasionar acidentes, tipo tapetes, vasos e objetos passiveis de cair, cadeiras mais instáveis, mesinhas e banquinhos que bloqueiam as passagens etc.
- Pisos não escorregadios e apoios em banheiros, escadas e corredores.
- Artefatos de apoio: bengalas, andadores, cadeiras de roda e outros.
- Recursos domésticos com alturas diferenciadas, tipo pias mais baixas, sanitários mais altos, lavatórios mais baixos etc.
Para complementar essas iniciativas relacionadas ao ambiente, é necessária uma organização do contexto que inclua vigilância do atendimento às necessidades básicas, orientações seguras por especialistas, tratamentos de problemas físicos e cuidados com a mobilidade, incluindo pés e calçados. Quando comecei a sentir alguns sintomas de falta de equilíbrio postural, no ano passado, além da ajuda e aconselhamento médico, contei com a orientação de fisioterapeutas e professores de educação física que muito contribuíram para a melhoria alcançada. Para estimular-me contei com a ajuda de alguns vídeos, criados por profissionais experientes, com exercícios especiais para melhorar o equilíbrio postural do idoso. O fortalecimento da musculatura é imprescindível. Hoje, 2 ou 3 vezes por semana, executo esses exercícios. Quase não me lembro dos meus episódios de desequilíbrio e já avisei o médico dos bons resultados das iniciativas tomadas. Falando em médico, para finalizar, queremos reforçar a importância da continuação do controle médico periódico.
quinta-feira, 31 de março de 2022
O equilíbrio postural e a muita idade (já publicada anteriormente) – Parte I
Faltam alguns meses para eu completar 80 anos e já enfrentei alguns momentos de falhas no equilíbrio do meu corpo. Essas experiências motivaram a procura de informações confiáveis em artigos científicos, de autores reconhecidos. Apresento, aqui, a síntese do que aprendi. O equilíbrio corporal é o resultado de um complexo sistema que permite ao nosso corpo se movimentar livremente no meio ambiente sem se atrapalhar com as instabilidades ocasionadas pela força da gravidade. É um processo automático e inconsciente; não o sentimos e nem o controlamos voluntariamente. É o que nos permite andar e mexer sem cair. Portanto, é essencial para a nossa qualidade de vida. Para o ser humano manter-se equilibrado durante a movimentação, existe um sistema, bastante sofisticado, que atua sob o controle do cerebelo, um órgão situado na parte posterior, dentro do crânio. Esse sistema é constituído pela atuação sincronizada da visão, das sensações corporais e do sistema vestibular do ouvido interno. Além dessa sofisticada combinação o equilíbrio precisa da atuação competente dos músculos responsáveis pela mobilidade do nosso corpo. Todo esse conjunto de órgãos é responsável pelo equilíbrio estático, com o indivíduo parado, e o equilíbrio dinâmico, com o indivíduo se movimentando no meio ambiente. O envelhecimento vai degradando a habilidade das funções e tende a comprometer lentamente as várias partes do sistema do equilíbrio corporal ocasionando quedas e acidentes extremamente graves. Essas quedas são as principais causas de internações hospitalares e, com frequência, produzem sequelas graves e até a morte em idosos. Portanto, é necessário aprender e estar alerta para os sintomas da falta do equilíbrio e as intervenções para prevenir o desiquilíbrio e suas consequências. Esses episódios podem impedir as atividades cotidianas, a marcha, a manutenção dos contatos sociais e outros. Além disso ocasiona uma grande insegurança e torna-se um fator impeditivo da vida ativa e independente do indivíduo. Entre os sintomas mais frequentes, destaca-se a tontura, a sensação de desiquilíbrio, as oscilações involuntárias do corpo, a sensação do ambiente rodando e a dificuldade de manter o corpo estável. O primeiro cuidado é procurar um médico otorrino para conhecer os aspectos que ocasionaram o episódio de desequilíbrio ou controle da postura corporal: alterações do sistema vestibular (no ouvido), alterações neuro motoras, diminuição da força muscular, medicação, estresse, desidratação, depressão e outras. Esse médico pode rever medicações, encaminhar a especialistas, orientar sobre os cuidados a tomar etc. Paralelamente, é importante a implementação vigorosa dos cuidados gerais, como exercícios, alimentação saudável, lazer, sono e repouso adequados, medicação correta e contínua, ginástica cerebral, autovigilância cuidadosa e outros que sejam possíveis. Sempre que algo não está correndo bem com nossas células, é necessário que reforcemos esses cuidados gerais para complementar o tratamento médico. Não podemos esquecer que os melhores remédios estão dentro de nós; o importante é ativá-los.
Continua na próxima postagem...
quinta-feira, 17 de junho de 2021
O equilíbrio postural e a muita idade – Parte II
Continuação da postagem anterior
Outro cuidado, independente do diagnóstico médico, é o preparo do ambiente para a prevenção de quedas. As pesquisas científicas têm demonstrado que a maioria das internações hospitalares de idosos são ocasionadas por quedas e suas consequências. O idoso que sofreu um episódio de desequilíbrio está ainda mais sujeito a acidentes durante sua movimentação.
Portanto, é necessária a tomada de iniciativas adequadas para tornar o ambiente mais seguro para o seu usuário, tais como, providenciar:
- Espaços mais amplos para passagem de andadores, bengalas e cadeiras de roda.
- Iluminação apropriada de corredores e ambientes de uso frequente.
- Retirada de objetos que possam ocasionar acidentes, tipo tapetes, vasos e objetos passiveis de cair, cadeiras mais instáveis, mesinhas e banquinhos que bloqueiam as passagens etc.
- Pisos não escorregadios e apoios em banheiros, escadas e corredores.
- Artefatos de apoio: bengalas, andadores, cadeiras de roda e outros. Há pessoas que precisam dos recursos domésticos com alturas diferenciadas, tipo pias mais baixas, sanitários mais altos, lavatórios mais baixos etc.
Para complementar essas iniciativas relacionadas ao ambiente, é necessária uma organização do contexto que inclua vigilância do atendimento às necessidades básicas, orientações seguras por especialistas, tratamentos de problemas físicos e cuidados com a mobilidade, incluindo pés e calçados.
Quando comecei a sentir alguns sintomas de falta de equilíbrio postural, no ano passado, além da ajuda e aconselhamento médico, contei com a orientação de fisioterapeutas e professores de educação física que muito contribuíram para a melhoria alcançada. Para estimular-me contei com a ajuda de alguns vídeos, criados profissionais experientes, com exercícios especiais para melhorar o equilíbrio postural do idoso. Hoje, 2 ou 3 vezes por semana, executo esses exercícios. Quase não me lembro dos meus episódios de desiquilíbrio e já avisei o médico dos bons resultados das iniciativas tomadas.
Falando em médico, para finalizar, queremos reforçar a importância da continuação do controle médico periódico.
quinta-feira, 10 de junho de 2021
O equilíbrio postural e a muita idade – Parte I
Faltam alguns meses para eu completar 80 anos e já enfrentei alguns momentos de falhas no equilíbrio do meu corpo. Essas experiências motivaram a procura de informações confiáveis em artigos científicos, de autores reconhecidos. Apresento, aqui, a síntese do que aprendi.
O equilíbrio corporal é o resultado de um complexo sistema que permite ao nosso corpo se movimentar livremente no meio ambiente sem se atrapalhar com as instabilidades ocasionadas pela força da gravidade. É um processo automático e inconsciente; não o sentimos e nem o controlamos voluntariamente. É o que nos permite andar e mexer sem cair. Portanto, é essencial para a nossa qualidade de vida.
Para o ser humano manter-se equilibrado durante a movimentação, existe um sistema, bastante sofisticado, que atua sob o controle do cerebelo, um órgão situado na parte posterior, dentro do crânio. Esse sistema é constituído pela atuação sincronizada da visão, das sensações corporais e do sistema vestibular do ouvido interno. Além dessa sofisticada combinação o equilíbrio precisa da atuação competente dos músculos responsáveis pela mobilidade do nosso corpo.
Todo esse conjunto de órgãos é responsável pelo equilíbrio estático, com o indivíduo parado, e o equilíbrio dinâmico, com o indivíduo se movimentando no meio ambiente.
O envelhecimento vai degradando a habilidade das funções e tende a comprometer lentamente as várias partes do sistema do equilíbrio corporal ocasionando quedas e acidentes extremamente graves. Essas quedas são as principais causas de internações hospitalares e, com frequência, produzem sequelas graves e até a morte em idosos.
Portanto, é necessário aprender e estar alerta para os sintomas da falta do equilíbrio e as intervenções para prevenir o desiquilíbrio e suas consequências. Esses episódios podem impedir as atividades cotidianas, a marcha, a manutenção dos contatos sociais e outros. Além disso ocasiona uma grande insegurança e torna-se um fator impeditivo da vida ativa e independente do indivíduo.
Entre os sintomas mais frequentes, destaca-se a tontura, a sensação de desiquilíbrio, as oscilações involuntárias do corpo, a sensação do ambiente rodando e a dificuldade de manter o corpo estável.
O primeiro cuidado é procurar um médico otorrino para conhecer os aspectos que ocasionaram o episódio de desequilíbrio ou controle da postura corporal: alterações do sistema vestibular (no ouvido), alterações neuro motoras, diminuição da força muscular, medicação, estresse, desidratação, depressão e outras. Esse médico pode rever medicações, encaminhar a especialistas, orientar sobre os cuidados a tomar etc.
Paralelamente, é importante a implementação vigorosa dos cuidados gerais, como exercícios, alimentação saudável, lazer, sono e repouso adequados, medicação correta e contínua, ginástica cerebral, autovigilância cuidadosa e outros que sejam possíveis. Sempre que algo não está correndo bem com nossas células, é necessário que reforcemos esses cuidados gerais para complementar o tratamento médico. Não podemos esquecer que os melhores remédios estão dentro de nós; o importante é ativá-los.
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